×

Wyszukaj artykuł

Podaj imię i nazwisko autora

Podaj tytuł szukanej piosenki

D.E.R.

Utwory wykonawcy:

A Vingança dos Esquecidos

Chegou a hora O fogo já folaceso Os corações aprisionados Quebram suas celas Gritam, expurgando ódio e sofrimento! Chegou o momento da vingança "Banharemos de sangue suas ruas" São suas palavras A guerrajá foi declarada Marchem em cima dos destroços da hipoc...

Agonize

Seus olhos já não enxergam Suas verdades são mitos Sua reza não será ouvida Acredite! Acredite! Sofra e sinta o prazer do medo Agonize! Estupre sua fé Os calices de ouro brindam sua derrota! 

Cada Coisa em seu Lugar

Seu deus senta em um trono de milhares de crianças mortas Os pequenos sacrifícios para manteruma cultura de consumo Consumidos pelo fogo e pela própria ignoráncia As gravatas nas lojas, os cránios dilacerados Cada coisa em seu lugar Cada bomba supervisionada p...

Contrapátria

Devoção ao seu estado Hinos que colocam em sua boca Fronteiras para que voce defenda Amora sua ignoráncia Entidade do horror O seu interesse não é o meu Seu uniforme não entra Em meu corpo... contrapátria Feridas na pele Pes que sangram Corpos sem vida Esqueci...

Esprit D'escalier

Em cadacalçada, um corpo Paracada parede erguida, uma história esquecida Dez anos paratudo estar enterrado Cada gota de suor Cada mão retalhada O imposto cobrado para liquidarcom sua vida Nenhuma bandeira, nenhum minuto de siléncio Nenhum direito... Te explor...

Mar de Pequenas Cobras

Maisuma noite Um novo começotrágico Mergulhado em um copo de ressentimento A insegurança de por os pés no chao A dor de servir e calar Eu me permito um mergulho no marde angustia Endurecer, endurecer, tornaro meu peito em uma rocha Um novo dia O profundo mal e...

Não Serei

Morte, droga ou fé Sempre um caminho mais fácil para Aceitaro peso da verdade, desespero A ultima chance, a insanidade por atitudes Devastados pelo seu próprio egoísmo Lute! Por uma alma, por seu caminho... Nã serei sua arma Não serei seu caminho 

Os Covardes em suas Casas

A fonte é violenta Os mortos não escapam ás balas perdidas Os covardes em suas casas da tentativa que frustra Covardia inspira o medo Exprime a revolta Escorre o sangue, já não é mais paranoia É um fato Sigo em frente Ando pelo lado Mais sujo... sigo em frente...

Servo Desleal

Continuamos na posição de propriedade Onde o capitão-do-máto Vigia e aborta a fuga O açoite, a peia e o tronco... a punição Nosso sangue Sustenta o seu império Predaços de trapos cobrem nossas feridas A comida fétida, a carne podre... a mão de obra explorada...

Sui Caedere

O vento frio bate em meu rosto Eu perdi, não fui capaz de viver Preferi morrer do que viver... coma morte dentro de mim Não! Vou renascerdo vento que sopra entre as polhas Não! Vou renascerdo soloque alimenta e abriga Não! Vou renascer, suplico! Não se torture...